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VÍDEO | Como é fazer a ponte aérea Rio-São Paulo com a Azul

Depois de ouvir tantos elogios à Azul, estava bem ansiosa para conhecer o serviço deles. Dentro do Brasil, já tinha viajado de Avianca duas vezes e uma vez de Gol, e queria saber se a Azul seria capaz de superar o meu amor pela Avianca.

Ida

Dia 09 de fevereiro de 2017 embarcamos rumo ao Rio de Janeiro no Terminal 1 de Guarulhos, antigo Terminal 4, que opera os voos da Azul e da Passaredo, sem muito o que comentar. Fizemos o check-in online, enfrentamos trânsito para chegar ao aeroporto e só faltava despachar as malas.
O que você pode fazer sozinho pelos tótens da Azul se já fez o check-in, mas eles têm um funcionário que orienta os passageiros no processo. Basicamente, é só informar o seu código de reserva, selecionar os passageiros que vão despachar malas, pesar as malas, identificá-las e colocá-las na esteira.

Aeroporto de Guarulhos

O Terminal 1 é bem moderno. Ainda não conheço o Terminal 3, mas em comparação ao Terminal 2, tudo é diferente. Bem iluminado, sinalizado, organizado e modernizado. Para entrar na área de embarque basta colocar o código de barras da sua passagem no leitor e pronto, você já está na fila da Polícia Federal.
Terminal 1 do Aeroporto de Guarulhos
A área de embarque estava lotada, com poucas cadeiras disponíveis e muitos voos operando ao mesmo tempo. Tirando a bagunça, o lugar é bem intuitivo: os portões identificados de um lado, a Polícia Federal do outro, com uma pequena praça de alimentação no canto esquerdo.
 Área de embarque
O embarque começou mais tarde do que o esperado porque o voo atrasou uns 15 minutos. Mas tendo em vista que a ponte aérea não dura nem uma hora, e nós não tínhamos compromisso com hora marcada no Rio, não foi problema nenhum.

Embraer 195 da Azul

A aeronave era um Embraer 195, com disposição 2-2 de poltronas, o que me deixou um pouco tensa antes da decolagem, porque não gosto de aviões pequenos. No mais, as poltronas eram realmente confortáveis, com um espaço muito bom para descansar as pernas e entretenimento de bordo com Sky ao vivo.
Depois de uma decolagem tranquila, bastou o avião estabilizar para anunciarem o serviço de bordo. Primeiro, preciso dizer que todos os comissários foram muito educados e, principalmente, simpáticos. Eles passam perguntando qual bebida você quer – entre as opções, sucos, água e refrigerantes – e logo depois, oferecem os lanches: batatas chips, goiabinha, amendoim e balas de gelatina no formato de avião, e entregam a sua bebida.
Depois disso, tudo é muito rápido. Os comissários passam recolhendo o lixo e o piloto anuncia que os procedimentos de pouso serão iniciados. Eu não tenho maturidade para voos curtos. Gosto de viajar de avião, então menos de uma hora dentro de um é meio frustrante, devo confessar.

Aeroporto Santos Dumont

Chegamos no Aeroporto Santos Dumont no horário previsto, e era hora de conhecer mais um aero shopping desse Brasil. No SDU, pelo menos, o shopping é separado do aeroporto em si, então a confusão é menor.
Porém, o desembarque acontece pelos mesmos portões de embarque, ou seja, dá para criar uma mini confusão de logística entre os portões.
Pegamos nossas bagagens e seguimos até o guichê de táxi do aeroporto. A corrida até Copacabana é R$ 60, preço tabelado, não dá para fazer muita coisa a respeito disso. A alternativa é pegar o VLT, que liga o Santos Dumont à rodoviária. Você vai precisar de um RioCard para isso, o Bilhete Único carioca; ou pegar um Uber.

Volta

Depois de chegarmos à Rodoviária Novo Rio saindo de Cabo Frio, pegamos um táxi. Mais uma vez, é recomendado fechar a corrida nos guichês, e não diretamente com o taxista, e a corrida até o Santos Dumont deu R$ 45, o que é bem caro visto o curto trajeto de um ponto até o outro. O táxi que pegamos do hotel, em Copacabana, até a rodoviária deu R$ 30, para vocês terem uma noção de como rola superfaturamento.
Dessa vez fizemos o check-in nos tótens da Azul, um processo simples que não durou cinco minutos, e depois fizemos a mesma coisa da ida para despachar as malas. Como chegamos às 18h e nosso voo era às 20h, tivemos tempo de sobra para rodar a área de embarque inteira cinco vezes.
Estávamos com fome e procuramos a lanchonete mais barata, já que os preços de aeroporto me fazem questionar o futuro da humanidade, e acabamos no Vai Café/Vai Japa, com os melhores valores do Santos Dumont.
Os portões são divididos em 1 a 8, no primeiro andar, e em A a H, no térreo. Inicialmente nosso portão era o 6, depois o 8, depois o 6, e essa dança continuou variando de quinze em quinze minutos até iniciarem o embarque pelo 8.

Embarque da Azul

A Azul organiza o embarque em quatro etapas. Primeiro, os passageiros preferenciais. Os portadores de cartões fidelidade especiais em seguida. Depois os assentos a partir do 15. E por fim, as fileiras até o 15. O embarque foi rápido, mas um pouco tumultuado porque o voo das 19:55 rumo a Guarulhos foi cancelado, então vários passageiros destes foram realocados no meu avião. Nada demais.
Em suma, foi tudo igual à ida. Decolagem, serviço de bordo, pouso. Dessa vez tinha cookies integrais no lugar da goiabinha, mas fora essa gigantesca mudança, nada mudou.
O serviço da Azul é impecável e merece a fama que tem. Pelas minhas experiências, coloco a Azul e a Avianca empatadas. Os funcionários são simpáticos e cordiais, o serviço de bordo é ótimo e tudo, desde a compra das passagens até a restituição das bagagens, é feito sem falhas.
Agora me resta viajar com a Passaredo e com a TAM (ou melhor, LATAM).

Vídeo da viagem

Gravei um vídeo com alguns momentos desse trajeto, quer ver?
                          [youtube https://www.youtube.com/watch?v=4YzyW4BRH1M]

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