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Como é viajar com a Catarinense entre Curitiba e Joinville

Depois de chegar em Curitiba, eu e minha amiga, que no dia seguinte apresentaríamos uma pesquisa em um congresso, precisávamos chegar em Joinville. E para isso, pegamos um Uber até a Rodoviária de Curitiba, em uma viagem de cerca de meia hora, para depois pegar um ônibus da Viação Catarinense. Existem ônibus que saem diretamente do aeroporto para Joinville, mas infelizmente, nenhum deles no horário que precisávamos.

Chegamos na erma rodoviária e, antes de qualquer coisa, nos direcionamos para o guichê da Catarinense para trocar nossas passagens. Infelizmente, viajar de ônibus ainda consegue ser mais burocrático do que viajar de avião. E se você compra suas passagens pela internet, precisa trocá-las na própria rodoviária para conseguir entrar no ônibus.

Caso nosso ônibus saísse de São Paulo, isso não seria um problema. Mas como ele sairia de Curitiba, não tínhamos como fazer a troca antes. Então precisamos torcer para o voo não atrasar e não atrapalhar nossa viagem. Tínhamos horas contadas e pouquíssimo tempo de sono. E deu tudo certo.

Trocamos as passagens e fomos para a área de embarque, que apesar de simples, é bem organizada. Você só consegue acessá-la depois de apontar sua passagem para um leitor de código de barras, o que limita a circulação das pessoas lá dentro.

Encontramos o portão de embarque, colocamos os celulares para carregar nas tomadas disponíveis e aguardamos a chegada do ônibus, que faria o trajeto Curitiba > Florianópolis com algumas paradas, incluindo Joinville.

Depois de acomodarmos nossas bagagens, entramos no confortável ônibus de dois andares da Viação Catarinense. Climatizado, com poltronas amplas e um ótimo apoio para os pés, não parecia ruim passar cerca de duas horas lá dentro, por R$ 71,71 a ida e volta.

Mas não foi bem assim.

Como Joinville não era o destino final, não poderíamos simplesmente dormir entre às 02h e às 04h. Então acordamos várias e várias vezes até finalmente chegar em Santa Catarina, ainda extremamente cansadas e com pouquíssimas horas restantes de sono. Afinal, na manhã seguinte, apresentaríamos nosso trabalho.

Contudo, a viagem em si foi ótima. O motorista parecia prudente, não tivemos problemas com absolutamente nada e os assentos do andar superior realmente eram confortáveis. Eu voltaria a viajar com a Catarinense sem pensar duas vezes, tendo em vista este trecho.

Trajeto de volta

A volta, porém, foi bem diferente.

O ônibus atrasou mais de uma hora para chegar na Rodoviária de Joinville. De madrugada. Com muito frio. E medo.

O local estava extremamente vazio e não havia a mesma segurança da Rodoviária de Curitiba. Resultado? Passamos muito nervoso até o ônibus chegar, já que nosso horário era apertado e corríamos o risco de perder nosso voo de Curitiba para Guarulhos.

No fim, o ônibus chegou. Ele não era da Catarinense, mas de uma viação parceira cujo nome eu não me lembro, e tinha apenas um andar. As poltronas não eram tão confortáveis como as da ida, mas sinceramente? Dormi melhor do que no primeiro trajeto, já que só desceria no final.

O fator determinante para toda a problemática do trecho foi o atraso. Foi por muito pouco que não perdemos nosso voo em Curitiba. Tirando isso, tudo correu tranquilamente.

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