Como é viajar entre São Paulo e Belo Horizonte com a LATAM
Acreditam que eu nunca tinha viajado do Aeroporto de Congonhas? A primeira vez foi em outubro de 2019, quando descobri como é viajar entre São Paulo e Belo Horizonte com a LATAM.
O objetivo era chegar na capital mineira para um seminário acadêmico na UFMG. Para isso, peguei um voo no fim da tarde para Belo Horizonte, e a experiência foi quase 100% tranquila.
Como é viajar entre São Paulo e Belo Horizonte com a LATAM?
Depois de emitir minhas passagens com milhas na LATAM, pois era apenas uma estagiária na época, saí do trabalho de mala e cuia para chegar ao Aeroporto de Congonhas. Sim, eu adorei conhecer o chão quadriculado ao vivo e a cores, era uma espécie de sonho para mim.

Por mais que eu tenha viajado com a minha amiga pessoal Larissa, ela foi em um voo diferente do meu, mais tarde. Logo, fiz todos os trâmites de aeroporto sozinha, sem problema nenhum.
Congonhas não estava lotado naquele meio de tarde. Imprimi meu cartão de embarque e fui para a segurança. Afinal, estava só com mala de mão e nenhum plano para despachá-la. Inclusive, guarde essa informação.

Segurança, lotação e embarque
Passar pela segurança foi bem tranquilo, e eu já estava sentindo falta de um processo mais simples, depois de duas viagens internacionais.
Mas depois dela, vem o caos, né? Congonhas é um aeroporto peculiar. No momento ele está em expansão, mas há sete anos, a lotação já era preocupante. Muitas pessoas no primeiro andar, muitas pessoas no térreo. Muitas pessoas nas escadas, nos banheiros, nos bancos. Em todos os lugares.

Confesso que ele chega a ser um pouco claustrofóbico, inclusive. Ainda mais se você tem o azar de cair em um embarque remoto. Isso porque eles acontecem no térreo, uma espécie de submundo do aeroporto. Escuro, pequeno, abarrotado e abafado.
Você literalmente precisa se espremer entre as pessoas em alguns horários, e foi exatamente o que aconteceu comigo naquela quinta-feira.
Uma mala despachada à força
Depois de disputar espaço, consegui passar pelo portão de embarque e seguir com o ônibus.

Mas chegando na aeronave, mais uma surpresa. Não havia espaço para a minha humilde mala de mão.
E nem adianta dizer que a companhia faz isso de propósito, sem que haja necessidade. Pode até ser o caso em outras ocasiões, mas nesta, eu mesma vi.
Entrei no avião sem problema nenhum, e fui procurar meu assento. Nenhum espaço acima dele ou perto. Fui peregrinar pelo corredor. Nenhum espacinho. Absolutamente nada. Não tive outra opção que não dar adeus à minha malinha.
Mas não sem algumas mágoas, tá? Porque eu bem vi muitas pessoas com mais itens pessoais do que o permitido e bolsas e mochilas que facilmente caberiam sob o assento, acomodadas no bin.
Como foi voar com a LATAM entre São Paulo e Belo Horizonte
Porém, apesar do inconveniente, todos na LATAM foram bem solícitos e simpáticos para resolver o problema, assim como o comportamento da tripulação durante o voo. Que foi bastante tranquilo, com cerca de 1h30 de duração.

Voei em um A319 com configuração 3-3, bastante comum em voos domésticos com a companhia aérea.
O voo contou com um simples serviço de bordo, com biscoitinhos e algumas opções de bebidas, mas não havia entretenimento disponível.

Olá, Belo Horizonte – ou melhor, Confins
Enfim, cheguei na capital mineira com o céu escuro. O pouso não teve questões, o desembarque foi rápido e, enfim, me reencontrei com a minha mala. Que chegou à esteira sã e salva.
Depois, eu precisava chegar até o meu hotel, não é mesmo?
Ele ficava na Pampulha, uma espécie de meio do caminho entre o Aeroporto de Confins e o Centro de BH. E foi nesse momento que a realidade das distâncias me atacou.
Por mais que eu já soubesse que Confins fica, de fato, nos confins de Minas Gerais, eu não tinha cotado quanto sairia o Uber. E eu quase caí pra trás quando vi o valor na tela do celular – isso que eu estava no contra fluxo.
Pedi o Uber. Muito tempo depois, cheguei no meu hotel. E isso é papo pro próximo post!
Porém, caso viajem sozinhas para BH, tentem pegar os ônibus do Conexão Aeroporto. Tem linhas para a rodoviária e para a região da Praça da Liberdade, com valores bem melhores do que os de táxi ou carros de aplicativo. Eu fiz isso em uma outra viagem e recomendo bastante!
Vídeo: viajando de Congonhas a Confins com a LATAM
Finalizando, sabia que já tem vídeo mostrando um pouco dessa viagem no YouTube? Assista agora:
E como foi a volta? Viajando entre São Paulo e Belo Horizonte com a LATAM
A volta também foi com a LATAM. Voltamos de Ouro Preto na noite do domingo e passamos a noite em um hotel próximo ao aeroporto. Como nosso voo era bem cedinho na segunda, essa era a melhor opção.
Então, ainda de madrugada, pedimos um Uber para chegar até o terminal, e ele demorou. Muito.

Eu quase entrei em desespero, mas me acalmei quando ele chegou. Até que a segurança do aeroporto me deu mais um susto. A fila estava enorme, poucos funcionários estavam trabalhando e o tempo foi passando. Eu tenho pavor de perder voos, então já voltei a ficar ansiosa.
Muitas palpitações, passos apertados e pensamentos absurdos depois, cheguei no portão de embarque e deu tudo certo.

Não vou entrar em detalhes para não repetir tudo da ida, pois tudo foi bem parecido. Mas, se quiserem saber mais, assistam ao vídeo abaixo.
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